O HOMEM

QUE CALCULAVA

Autor: Malba Tahan     Adaptador: Atílio Bari     Diretor: Atílio Bari

 



Elenco: Othoniel Siqueira, Roberta Paixão, Marcelo Franzolin, Paulo Pompéia e Atílio Bari.

Dias e Horários: Sáb. às 19h00

Local: Teatro Ruth Escobar - Sala: Gil Vicente

Endereço: Rua dos Ingleses, 209 - Bela Vista

Telefone: 3289-2358

Duração do Espetáculo: Aprox. 70 minutos

Temporada:  Re-estréia em 12/01/2008

Gênero: Comédia

Classificação: 12 anos

Ingressos: R$ 30,00

 

SINOPSE

A história se passa por volta do século XIV, no Oriente Médio, e conta as aventuras de um humilde pastor de ovelhas que se torna um respeitado calculista graças à sua habilidade em resolver os mais intrincados problemas com a utilização da matemática e de conceitos filosóficos.

 

FICHA TÉCNICA

Direção: Atílio Bari / Trilha Sonora: Kalau / Coreografia: Mônica Perez
Cenário: Newton Saiki / Figurinos: Christina Trevisan / Administração: Julia Bari
Produção: Grupo Theatralha & Cia
 

SOBRE MALBA TAHAN
O homem e o escritor

Júlio César de Mello e Souza nasceu no Rio de Janeiro em 1895, e passou a sua infância na cidade de Queluz, no interior de São Paulo. Foi um garoto que viveu mergulhado nas histórias árabes das Mil e Uma Noites, e que nas horas vagas se divertia brincando com sapos, às margens do Rio Paraíba.


Sempre foi um exímio contador de histórias. Aos 9 anos de idade, já editava uma revista, feita manualmente e distribuída entre os amigos e colegas de escola, onde apareciam os seus primeiros contos. Alguns anos mais tarde, vendia redações para os alunos de um exigente professor de literatura.


Contra a vontade da família, que queria vê-lo envergando a farda militar, Júlio César se formou em Engenharia Civil, profissão que nunca chegou a exercer. Tornou-se professor de História, Geografia e Física antes de, finalmente, chegar à Matemática, matéria pela qual se apaixonou e que mudou radicalmente a sua vida.


Nunca parou de escrever os seus contos, que ofereceu para serem publicados num jornal carioca. Entretanto, ao perceber que jamais os publicariam, retirou-os para depois reapresentá-los sob um pseudônimo estrangeiro. Os contos foram publicados rapidamente e começaram a chamar a atenção do público.


Nascia assim Malba Tahan, um autor que, durante décadas, milhões de leitores julgavam ser árabe. Júlio César criou para esse personagem-pseudônimo uma biografia fictícia, segundo a qual ele teria nascido numa aldeia persa e feito peregrinações por todo o mundo, e teria morrido lutando pela liberdade de uma tribo africana.


Para sustentar a sua criação, estudou profundamente o Alcorão, a língua, os costumes e as tradições árabes, em especial a milenar tradição dos contadores de histórias, e se valia de gravuras, mapas e fotografias para localizar e descrever as suas ambientações. E o fez com tal perfeição que durante décadas jamais se suspeitou que as fantásticas histórias de Malba Tahan eram escritas por um humilde professor brasileiro que jamais colocara os pés num país árabe.

Como professor de matemática, Malba Tahan era um inconformado com os métodos de ensino da época, que considerava ultrapassados. Começou, então, a desenvolver as suas aulas através de jogos, desafios, brincadeiras e... histórias. Por isso, é considerado um precursor dos métodos de ensino lúdico-didáticos e da popularização da matemática.


Malba Tahan escreveu 117 livros, que atingiram a cifra de dois milhões de exemplares vendidos. O HOMEM QUE CALCULAVA é a sua obra mais conhecida. Premiado pela Academia Brasileira de Letras em 1936, ano do seu lançamento, o livro já conta mais de 60 edições no Brasil e encontram-se publicado também na Alemanha, Estados Unidos, França, Espanha e Itália. Até hoje, é um grande sucesso editorial e continua sendo adotado em escolas de todo o país.


Julio César de Mello e Souza morreu na cidade do Recife, em 1974, após uma conferência sobre a arte de contar histórias. Em todo o Brasil, há dezenas de escolas, bibliotecas, ruas e praças com o seu nome.
A partir de 1990, a obra e as idéias de Malba Tahan sobre o ensino da matemática voltaram a despertar as atenções dos professores e estudiosos, e seus livros passaram a receber novas edições, voltando a atingir altas vendagens.

 

CONTATO COM A PRODUÇÃO

Julia Bari

Tel: 5562-7437 e 9854-7269

E-mail: juliabari@uol.com.br

 

REALIZAÇÃO:

 

Grupo Theatralha & Cia

 

Desenvolvimento e Hospedagem: HostClube Internet Services