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Elenco: Luiz Serra, Lucélia Machiavelli, Roberta Paixão,
Marcelo Franzolin, Daniel Ortega e Atílio Bari. |
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Dias e
Horários: Sábados às 21h e Domingos às 20h. |
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Local:
Teatro Ruth Escobar - Sala:
Gil Vicente |
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Endereço:
Rua dos Ingleses, 209 - Bela Vista |
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Duração do Espetáculo: Aprox. 75 minutos |
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Temporada: Até 02/07/2006 |
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Gênero: Comédia |
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Classificação:
12 anos |
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Ingressos: Sábado: R$ 30,00 / Domingo: R$ 20,00 |
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SINOPSE
AI, CAÇAROLA – Comédia sobre os
desencontros e confusões num pequeno vilarejo por causa de um tesouro
escondido numa caçarola. Recriação livre de uma comédia romana escrita por
Plauto em 250 a.C.
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SOBRE A PEÇA
A comédia popular que hoje se
conhece em todo o mundo ocidental deve muito da sua existência a Plauto,
esse comediógrafo romano que não era de Roma (era da Úmbria), que escrevia
comédias romanas que não eram romanas (imitava a Comédia Nova grega), e
que foi, ainda, autor de textos que nunca escreveu (seu sucesso era tão
grande que muitos autores assinavam com o seu nome para atrair as
multidões).
Foi com Plauto que os tipos característicos do velho avarento, do parasita
matreiro, do jovem apaixonado e tantos outros fixaram padrões caricatos
tão fortes que os eternizaram.
Foi também com Plauto que o Zé Povinho ganhou o centro da cena, encantando
as platéias de gente comum que até então só podiam ver as tragédias e
comédias povoadas de deuses e de reis.
Atílio Bari, o autor de AI, CAÇAROLA, mergulhou no estudo da obra do
dramaturgo romano e contou com o auxílio e o incentivo de alguns mestres
renomados da USP.
O primeiro resultado foi CARAS DE PLAUTO, um espetáculo que mambembou pela
Capital e interior de São Paulo, e amealhou diversos prêmios em festivais,
dentre eles o de Pesquisa de Teatro Popular, em Resende – RJ.
Dessa paixão por Plauto, nasceu também AI, CAÇAROLA, uma transposição para
o universo caipira de AULULÁRIA, que foi representada pela primeira vez em
Roma, por volta de 250 anos antes de Cristo.
Os personagens são os estereótipos que se celebrizaram: além do avarento,
o parasita adulador, a criada fuxiqueira, o jovenzinho enamorado e seu
rival, o velho rico e interesseiro.
A estrutura em versos, além de remeter à forma original com que Plauto
escrevia, realça o ritmo da fala e acentua a brasilidade que o autor
procurou imprimir no espetáculo.
Através da crítica impiedosa às pessoas que trocam os prazeres da vida
pelo dinheiro, AI, CAÇAROLA exalta o amor, que modifica os destinos e
transforma as pessoas.
CONTATO COM A PRODUÇÃO
Vendas pela
Internet:
http://www.ingresso.com.br
Informações para a imprensa:
REALIZAÇÃO: |
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